segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O que vale o valor?

(Why value value? – defending against crises)
Timothy Koller
McKinsey and Finance. Nº 35. Primavera 2010

Durante a crise financeira, muitos afirmavam a necessidade da reformulação dos princípios econômicos em face da crise. O autor desse artigo afirma que não é necessária nenhuma reformulação. Antes, que a crise foi fruto do esquecimento de princípios básicos (criação de valor, seguindo a linha de trabalho do autor) e que ter esses princípios em mente pode evitar que novas crises ocorram.

Na euforia e na crise, teorias de valor das ações são dadas como erradas. Na euforia, dizem que os velhos paradigmas não conseguem explicar os novos fenômenos. Na crise, que o valor das ações é volátil demais para servirem de parâmetro. O autor foca nos ataques à teoria durante essa parte dos ciclos econômicos. Entender como se ignora a criação de valor na euforia ajuda a entender a crise subsequente.

Seguindo ideias discutidas aqui em outro texto, a empresa cria valor ao “usar capital levantado junto aos investidores para gerar fluxos de caixa futuros a taxas de retorno que excedem o custo de capital (a taxa que os investidores exigem como pagamento)”, nas palavras de Koller. Quanto mais rápido a empresa gera receitas e emprega capital a taxas de retorno atrativas, maior o valor gerado. Crescimento com rentabilidade cria valor. E altas taxas de crescimento e elevada rentabilidade só se mantêm com vantagens competitivas.

O autor chamou essa exposição de princípio da criação de valor. O corolário seria o da conservação de valor: o que não aumenta os fluxos de caixa não cria valor. O autor ressalva em nota que supõe-se a manutenção do risco da companhia, supondo implicitamente que a empresa tem pouco controle sobre o risco de seu empreendimento (vamos partir dessa premissa).

As críticas à criação de valor não costumam ser dirigidas a esses princípios e, como o autor expõe e seguida, as crises são criadas pelo esquecimento desses princípios. Os conglomerados da década de 70, as aquisições alavancadas e hostis da década de 80, a bolha japonesa que estourou em 1989, a crise do sudeste asiático em 1997-8, a bolha ponto que estourou em 2001 e a atual crise financeira podem ser explicadas por essa óptica. O autor não explica assim, mas pode ser entendido que as crises são resultados de maus investimentos feitos pelas empresas (ver aqui)

Na bolha ponto com, os investidores passaram a ignorar os fluxos de caixa (na verdade, ausência de fluxos de um grande número de empresas de tecnologia) e rentabilidade e passaram a teorizar que a internet mudou a forma como o valor é criado e como as empresas deveriam ser avaliadas. Uma dessas teorias é a de externalidades de rede, em que alcançar um porte elevado ajuda a criar vantagens competitivas porque os consumidores se acostumam com um (e apenas um) provedor do produto ou serviço. O exemplo comum é o da Microsoft, cujo Windows e pacote Office se tornaram tão familiares que as pessoas não conseguem outra maneira de fazer as coisas. De tão acostumados, não estão dispostos a trocar de fornecedores e o mercado se torna do tipo “o ganhador leva tudo”. Ideias desse gênero já foram discutidas aqui anteriormente.

Essas e outras teorias fundamentaram os maus investimentos, ou seja, que não criavam valor, ou seja, que não geravam retornos superiores ao custo de capital. Surgiam do nada empresas que prometiam terem rentabilidade e taxas de crescimento elevadas sem nenhuma vantagem competitiva séria para justificar essas promessas. Grandes somas de dinheiro eram captadas no mercado e os empreendedores não conseguiram aplicar esses capitais de forma eficiente. Prevaleceram os princípios econômicos e a grande maioria das empresas surgidas na bolha ponto com, incapazes de gerar fluxos de caixa e de conseguirem vantagens competitivas, desapareceram.

A crise financeira pode ser explicada como resultado de uma sucessão de maus investimentos (financiamentos imobiliários que nunca deveriam ter sido feitos) possibilitados por inovações financeiras que ocultavam e espalhavam o risco, mas que não conseguiriam diminuir o risco a ponto dos financiamentos imobiliários serem um bom negócio. Os problemas que os bancos americanos e europeus tiveram com as hipotecas subprime é o resultado de maus projetos que nunca deveriam ter sido feitos se o objetivo é a criação de valor.

Um ponto em comum com essa crise e outras do passado é o excesso de alavancagem e o uso de dívida de curto prazo, que possui um custo menor, mas que é inadequada para financiar ativos de longo prazo. Na crise financeira, os derivativos de hipotecas eram comprados por bancos que financiavam essas compras com dívida de curto prazo. Juntou-se a ilusão de que é possível reduzir o risco com a securitização com o endividamento de curto prazo. Outras crises como a das caixas econômicas americanas (Saving and Loans associations) e as crises do sudeste asiático, da Rússia e do LTCM na década de 90.

Por fim, o autor trata da ideia de que os mercados acionários funcionaram mal na crise. A opinião do autor é que funcionaram bem. O fato de uma ação valer $ 26 em um dia, $ 37 em outro e $ 20 no seguinte só mostra que os investidores estão continuamente as perspectivas da empresa, perspectiva altamente voláteis. Outro argumento é que é absurda a desvalorização de 30% dos índices acionários em apenas um ano. O autor argumenta que o aumento em apenas 1% no custo de capital já é suficiente para explicar esse fenômeno. Além disso, a liquidez não cessou no mercado, os negócios continuavam a ser feitos, diferente de outros mercados. O mercado funcionou corretamente ao manter os negócios e não fazer com que os preços continuassem em linha com seus reais valores.

Em suma, as crises são provocadas por desvios dos princípios econômicos que levam a maus investimentos. Ao invés de repensar os fundamentos, o que se deveria fazer é tê-los sempre em mente.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O que é custo de capital?

Em uma reportagem de conhecida revista, um entrevistado declarou não existir dinheiro mais barato do que o do mercado de ações, ou seja, dos acionistas.

Em Finanças Corporativas, aprende-se que o custo do capital próprio é maior do que o custo da dívida (capital de terceiros). Isso ocorre porque o capital próprio é mais arriscado; enquanto que a dívida oferece uma taxa de retorno previsível, as ações estão sujeitas a maior flutuação na rentabilidade, além da dívida ter prioridade sobre os acionistas no recebimento no caso de falência da empresa. Essa é uma discussão semelhante à da diferença entre renda fixa e renda variável.

A frase do primeiro parágrafo não deixa de ter seu apelo intuitivo. É necessário, mandatório pagar os juros e o principal da dívida, sob risco da empresa falir, enquanto que pode-se deixar de pagar dividendos aos acionistas sem maiores consequências. Vê-se o dinheiro saindo da empresa para pagar os credores, vê-se a exigência legal de pagar a dívida, mas não se vê o dinheiro sendo exigido pelos acionistas. Dividendo, nesse caso, passa a ser quase visto como um prêmio para os acionistas, é pago quando pode, quando possível. E isso não é verdade.

A explicação mais simples para o significado do custo de capital é que é a rentabilidade mínima sobre um certo capital captado para que o valor das ações (valor de mercado do patrimônio líquido, se preferir) permaneça o mesmo. Isso é coerente com o objetivo de criar valor ao acionista, implícito em toda a teoria de finanças corporativas (e deveria se aplicar para tudo que envolve a administração de empresas).

Considere um exemplo extremamente simples. O lucro líquido da empresa é de $ 100,00, a empresa distribui todo o lucro em dividendos e, por consequência, o crescimento da empresa é nulo. O custo do capital próprio (a taxa de retorno exigida pelos acionistas) é de 10% a.a.. Logo, o valor das ações é de $ 1.000 (o valor presente em perpetuidade sem crescimento é o dividendo dividido pelo custo de capital. 100/0,1, no caso). Considerando haver 100 ações, o preço por ação é de $ 10,00.

Se a empresa captar $ 100,00 com emissão de dívida ao custo de 5% a.a. (depois de impostos, ou na ausência de impostos), a rentabilidade sobre esses $ 100,00 captados deve ser de, no mínimo, 5% a.a. A empresa precisa investir o dinheiro captado de forma a aumentar os lucros (antes do pagamento dos juros) em pelo menos 5% para que o valor das ações permaneça o mesmo. Caso o faça, o lucro passaria para $105,00, mas, com o pagamento dos juros, continua em $ 100,00. Consequentemente, o valor das ações continua em $ 1.000,00. Caso conseguisse aumentar seus resultados em 20%, o lucro passaria para $ 115,00, o que elevaria o valor das ações, criando $ 150,00 de valor; caso os resultados aumentassem em 4%, haveria uma destruição de valor da ordem de $ 10,00.

Alternativamente, a empresa poderia captar os mesmos $ 100,00 com emissão de novas ações. Considerando que os acionistas exigem 10% a.a. de retorno, o investimento deve ter uma rentabilidade de ao menos 10% para que não destrua valor. A emissão de ações se dá com a venda de 10 ações ao preço de $ 10,00. Agora, não se deve mais considerar como referência $ 1.000,00, e sim $ 1.100,00, o valor das ações antes mais o dinheiro obtido na forma de capital próprio. Se o lucro aumentar para $ 110,00, o valor total da empresa passa para $ 1.100 que, divididos por 110 ações, continua tendo preço por ação de $ 10,00. Caso o retorno do projeto fosse de 20%, o valor passaria para $ 1.200 que, divididos por 110 ações, representaria $ 10,91/ação; se fosse de 9%, o valor passaria para $990 que, divididos por 110 ações, representaria $ 9,00/ação.

(Pode-se questionar o porquê do valor das ações com a emissão de dívida é maior do que o valor quando há emissão de ações. Essa é uma outra discussão mais complexa que será deixada para depois).

Ao invés de optar por uma ou outra forma de financiamento, a empresa poderia manter a mesma proporção de dívida e capital próprio. Supondo que a proporção fosse 50/50, então o WACC seria de 7,5%. Isso significa que a empresa pode emitir dívida e ação na mesma proporção conseguindo uma taxa de 7,5%. Se investir em um projeto que tenha essa rentabilidade, o lucro antes dos juros seria de $ 107,5, depois de juros seria de $105,00. O valor das ações é de $ 1.050, divididas em 105 ações resultando em preço por ação de $ 10,00.

(Se a rentabilidade for de 20%, o valor das ações passa para $ 1.175,00 com preço de $ 11,19/ação. Novamente, discussão para ser deixada para depois).

Dinheiro do acionista é recebido sem aparente exigência de contrapartida, diferente da dívida em que o banco ou os investidores (no caso de emissão de títulos de dívida) exigem pagamentos periódicos aplicando uma taxa de juros, conforme o acordado com a empresa. Não é problema para a empresa essa dívida, desde que gere mais resultados do que o custo que arcará. E, se o objetivo for criar valor para o acionista, deve-se fazer o mesmo com o capital próprio, utilizar os recursos captados em projetos que criem valor, ou seja, de rentabilidade superior ao custo de capital.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Todas as empresas do Ibovespa

Nesse espaço, a lista de todas as empresas que já fizeram parte do Ibovespa depois de uma revisão quadrimestral. Não vai tornar ninguém mais rico, mas fica a título de curiosidade. Esse post é atualizado sempre que houver mudanças. Quem tiver alguma informação sobre essas empresas, em especiais as marcadas com ???, não deixe de enviar um comentário.
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Glossário:
Ainda listada: Ainda é empresa de capital aberto (portanto, ainda existe).
Ainda existe: A empresa fechou o capital, mas continua a existir como uma empresa independente.
Incorporada: Comprada ou fundida por outra empresa.
??? – Não consegui encontrar mais informações

Categorias:Continuam no índice: 68 (número de empresas, não de ações): 20,42%
Ainda listadas: 61: 18,32%
Ainda existem: 46: 13,81%
Incorporadas: 102: 30,63%
Extintas: 22: 6,61%
???: 34: 10,21%
Total: 333

Empresa; Primeira vez que entrou; Última vez que esteve no índice; Comentário
* A empresa nunca saiu do índice desde que entrou (embora o tipo de ação possa ter mudado).

Quem tiver mais informações sobre essas empresas, principalmente as marcadas com ???, pode colocar um comentário neste post.


1)                  Aços Villares – Janeiro/68 – Setembro/94 – Incorporada. Já tinha sido comprada pela Gerdau, mas só foi incorporada e deixou de ser listada em 16/03/11
2)                  Açúcar União – Maio/70 – Janeiro/75 – Incorporada. Pertencia à Nova América, que foi incorporada pela Cosan em 2009.
3)                  Adubos Cra – Maio/81 – Setembro/87 – Incorporada.Também conhecida como Companhia Riograndense de Adubos, teve registro cancelado em 19/12/1990. Faz parte da Petropar como Petropar Riograndense.
4)                  AES Tietê  Setembro/99 – Setembro/00 – Ainda listada. Antiga Geração Tietê. Surgiu da cisão da CESP.
5)                  AGGS – Maio/71 – Maio/72 – Incorporada. AGGS Indústrias Gráficas. Consta como incorporada na Receita Federal, mas não sei por qual empresa. Teve registro cancelado em 04/05/87.
6)                  Agre – Maio/10 – Set/10 – Incorporada. Foi incorporada pela PDG Realty com uma troca de ações realizada em 20/07/10
7)                  Agroceres – Setembro/84 – Setembro/93 – Incorporada. Também conhecida como Sementes Agroceres, teve registro cancelado em 04/06/98. Não sei qual empresa comprou a Agroceres, se foi o que ocorreu.
8)                  Alfa Consorc – Setembro/80 – Setembro/87 – Ainda listada. Na época, Real Cons, código BRG.
9)                  Alfa Financ – Maio/78 – Setembro/87 – Ainda listada. Na época, Real Cia Invest, código CRI4.
10)               Alfa Holding – Maio82 – Setembro/87 – Ainda listada. Na época, Real Part, código RPA16.
11)               Alfa Invest – Maio/72 – Setembro/87 – Ainda listada. Na época, Real Invest, código BRI4.
12)               ALL América Latina – Janeiro/07* – Continua
13)               Alpargatas – Janeiro/68 – Maio/97 – Ainda listada.
14)               AM Inox Brasil – Janeiro/71 – Maio/2008 – Incorporada. Antiga Acesita. Comprada pela Arcelor Mittal, que fechou o capital da companhia em 29/04/08.
15)               Ambev – Janeiro/01* – Continua – OBS: Essa data refere-se à entrada da Ambev, sem contar o histórico da Brahma e da Antártica.
16)               América (Banco) – Janeiro/68 – Janeiro/69 – Incorporado. Também conhecido como Banco Francês e Italiano para a América do Sul, foi comprado pelo Sudameris, que por sua vez foi comprado pelo ABN Amro Real que foi comprado pelo Santander (ver Sudameris).
17)               Anderson Clayton – Setembro/74 – Janeiro/88 – Incorporada. Comprada pela Unilever em 1986.
18)               Anhanguera – Janeiro/85 – Setembro/87 – Incorporada. Era uma siderúrgica, não a Anhanguera Educacional. Foi vendida ao Grupo Villares em 1988.
19)               Antártica – Janeiro/1968 – Janeiro/75 – Incorporada. Hoje, parte da Ambev.
20)               Antártica Nordeste – Janeiro/84 – Janeiro/06 – Incorporada. Hoje, parte da Ambev.
21)               Aparecida – Janeiro/74 – Maio/74 – ???
22)               Aquatec – Janeiro/89 – Setembro/94 – Extinta. Consta como Baixada por Inaptidão. Teve registro cancelado em 09/01/07.
23)               Aracruz – Janeiro/89 – Janeiro/10. Incorporada.
24)               Arcelor Br – Janeiro/06 – Setembro/07 – Incorporada. Surgiu da união das empresas da Arcelor no Brasil (Belgo Mineira, Companhia Siderurgia de Tubarão e Vegas do Sul).
25)               Arno – Janeiro/68 – Janeiro/86 – Ainda existe, teve registro cancelado em 18/05/00 após OPA do controlador (Seb Internationale)
26)               Artex – Janeiro/69 – Maio/88 – Incorporada. Hoje, parte da Springs.
27)               Arthur Lange – Maio/73 – Maio/75 – Existe. Foi deslistada em 05/01/2011 por falta de atualização de registro
28)               Audi – Janeiro/72 – Janeiro/74 – ???. Deve ser a atual Audi, mas não sei nada da história dessa companhia na bolsa.
29)               Auxiliar de São Paulo – Maio/78 – Janeiro/86 – Incorporado. Banco Auxiliar de São Paulo. Sofreu liquidação extrajudicial e consta como incorporado na Receita Federal. O banco teve o registro cancelado em 30/01/91. Registrei como incorporado, mas é necessário apurar melhor isso.
30)               Azevedo – Setembro/75 – Maio/91 –Ainda listada
31)               B2W – Setembro/07 – Set/13 – Listada. Contada nessa lista em duplicidade com Submarino.
32)               Bandeirantes – Maio/82 – Setembro/87 – Incorporado. Existem várias companhias com Bandeirantes no nome, mas deve ser o Banco Bandeirantes. O código da empresa que fez parte do Ibovespa é BBC e o do banco era BBCM, antes de ser incorporado pelo Unibanco em 09/12/02 após uma troca de ações.
33)               Bardella – Setembro/71 – Setembro/88 – Ainda listada.
34)               Barreto – Maio/85 – Setembro/87 – Extinta. Consta na Receita Federal EXTINCAO P/ ENC LIQ VOLUNTARIA. Registro cancelado em 2005.
35)               Belgo Mineira – Setembro/70 – Maio/99 – Incorporada. Ver Arcelor Br.
36)               Benzenex – Maio/72 – Janeiro/77 – Incorporada. Hoje, parte da Fertibrás, que fechou o capital da empresa em 30/03/99.
37)               Bergamo – Janeiro/72 – Janeiro/75 – Ainda existe. Hoje, chama-se Nesber Companhia Industrial. Teve registro cancelado em 23/08/05 por falta de atualização do registro.
38)               Bic Monark – Maio/74 – Janeiro/84 – Ainda listada.
39)               BMF Bovespa – Setembro/08* – Continua
40)               Bombril – Maio/91 – Janeiro/96 – Ainda listada.
41)               Borella – Janeiro/85 – Maio/87 – Incorporada. Consta na Receita Federal como incorporada, mas não sei por qual empresa. Encontrei uma Borella Construções, mas a Borella em questão é uma empresa de alimentos. Teve registro cancelado em 21/01/87.
42)               BR Malls – Set/11* – Continua
43)               Bradesco – Janeiro/69*
44)               Bradesco Investimento – Setembro/70 – Setembro/87 – Incorporada. Imagino que tenha sido incorporada pelo Bradesco. Não é a Bradespar. Teve registro cancelado em 26/11/92.
45)               Bradespar – Setembro/00*
46)               Brahma – Setembro/70 – Janeiro/01 – Incorporada. Hoje, parte da Ambev. Teve o registro cancelado em 08/11/00.
47)               Bras Roupas – Janeiro/71 – Março/71 – ???
48)               Brasil – Janeiro/69* – Continua – Nome de pregão do Banco do Brasil.
49)               Brasil T Par – Maio/00* – Janeiro/10 – Ainda listada
50)               Oi – Setembro/00* – Continua. Inclui Telepar. Formalmente, continua a história da Brasil Telecom.
51)               Brasilit – Janeiro/79 – Setembro/84 – Incorporada. Fechou o capital em 04/06/01 após OPA do controlador (Saint-Gobain Promotion).
52)               Brasimet – Maio/74 – Maio/76 – Ainda existe, teve registro cancelado em 15/09/93.
53)               Brasinca – Janeiro/89 – Janeiro/91 – Ainda existe. O nome atual é SPSC Industrial. Teve o registro cancelado em 14/05/03 por falta de atualização do registro.
54)               Braskem – Setembro/02* – Continua – Inclui Copene.
55)               Brasmotor – Janeiro/69 – Maio/00 – Ainda listada.
56)               Brasul – Janeiro/69 – Maio/70. ???. Banco Brasul, mas não sei que fim levou (só sei que não existe mais).
57)               BRF Foods – Setembro/81* – Continua – Antiga Perdigão. Começou a aparecer com esse nome em Setembro/09
58)               Brookfield – Setembro/10* – Continua
59)               Bundy Tubing – Janeiro/71 – Maio/71 – ???
60)               C Fabrini – Maio/73 – Setembro/73 – Ainda existe. Indústria C Fabrini. Mudou de nome (agora é NHK Automotive), não sei se de ramo de atividade também. Teve registro cancelado em 14/06/96.
61)               Cacique – Janeiro/69 – Janeiro/91 – Ainda listada. Café Cacique.
62)               Caemi – Maio/85 – Setembro/06 – Incorporada. Comprada pela Vale, que fechou o capital com uma troca de ações em 20/07/06.
63)               Caemi Metal – Janeiro/94 – Setembro/96 –???. Código CME.
64)               Café Brasília – Maio/79 – Setembro/87 – Ainda listada.
65)               Camargo Correa – Setembro/82 – Janeiro/86 – Ainda existe. Parte do Grupo Camargo Corrêa, fechou o capital em 30/09/98.
66)               Casa Anglo – Janeiro/68 – Maio/86 – Extinta. Também conhecida como Mappin. Falência decretada em 2000. O registro foi cancelado em 28/03/00.
67)               CBV Inds Mecânicas – Maio/73 – Maio/91 – Incorporada pela FMC do Brasil em 13/05/99.
68)               CCR Rodovias – Maio/06* – Continua
69)               Celesc – Janeiro/98 – Janeiro/10 – Ainda listada.
70)               Cemig – Maio/73 – Continua
71)               Cesp – Maio/73 – Continua
72)               Cetip – Setembro/12* – Continua
73)               Ceval – Janeiro/82 – Maio/99 – Extinta. Desmembrada e dissolvida em 04/08/99.
74)               Cia Hering – Janeiro/80 – Continua– Ainda listada. Antiga Hering Têxtil (por isso o código HGTX). Ver Ind. Hering.
75)               Cia. Iochpe. – Janeiro/84 – Janeiro/89 – ???. Código IOC. Acho que é a Cia. Iochpe, que fechou o capital em 03/08/93. Ou seja, não é a a atual Iochpe-Maxion. O CNPJ do registro da CVM consta como ativo na Receita Federal. Ver Massey-Perkins.
76)               Cica – Setembro/70 – Janeiro/86 – Incorporada. Hoje, marca da Unilever. Teve registro cancelado em 27/01/94.
77)               Cidamar – Janeiro/72 – Maio/73 – ???
78)               Cielo – Maio/10* – Continua
79)               Cimaf – Janeiro/68 – Janeiro/72 – Incorporada. Companhia Industrial e Mercantil de Artefatos de Ferro (ou algo parecido). A controladora, a Belgo Mineira, realizou OPA em 15/09/99.
80)               Cimento Cauê – Janeiro/74 – Setembro/87 – Incorporada. Hoje, parte do grupo Camargo Corrêa. Teve registro cancelado em 26/09/94.
81)               Cimento Itaú – Janeiro/68 – Setembro/72 – Incorporada. Companhia Cimento Portland Itaú. Hoje, parte da Votorantim Cimento, que fechou o capital da Cimento Itaú em 31/05/04. A companhia não tinha vínculos societários com o Banco Itaú, tendo inclusive sido criada antes (1937) em uma cidade chamada Itaú de Minas.
82)               Cimepar – Maio/82 – Janeiro/84 – Incorporada, mas não sei se por qual grupo (imagino que pelo Votorantim). Companhia Paraíba Cimento Portland Cimpear. Teve registro cancelado em 27/11/95.
83)               Cimetal – Janeiro/79 – Setembro/81 – Extinta por EXTINCAO P/ ENC LIQ VOLUNTARIA (segundo a Receita Federal). Teve registro cancelado em 12/04/05
84)               Citrobrasil – Maio/73 – Maio/75 – Incorporada. Consta como incorporada na Receita Federal, mas não sei por qual grupo. Teve registro cancelado em 23/02/88
85)               Cobrasma – Setembro/70 – Setembro/88 – Ainda listada.
86)               Cofap – Janeiro/88 – Janeiro/98 – Incorporada. Parte da Magneti Marelli, que fechou o capital da Cofap em 30/04/02.
87)               Comercial Borda do Campo – Setembro/72 – Setembro/73 – Ainda existe.
88)               Comercial Brasul – Setembro/72 – Maio/73 – Incorporado. Banco. Comprado pelo Itaú.
89)               Comercial e Industrial de SP – Janeiro/68 – Setembro/82 – Extinto. Banco. Comprado pelo Digibanco, que por sua vez foi comprado pelo Pontual, que foi liquidado em 1999.
90)               Comgás – Setembro/01 – Jan/10. Ainda listada
91)               Comercial do Estado de São Paulo – Janeiro/68 – Maio/71– ???
92)               Concretex – Janeiro/73 – Janeiro/74 – Incorporada. A Holcim tem uma marca chamada Concretex. Na Receita Federal, consta como incorporada em 1997. Teve registro cancelado em 17/09/93
93)               Confab – Janeiro/82 – Setembro/91 – Ainda listada.
94)               Confrio – Janeiro/73 – Maio/75 – Extinta. Companhia Nacional de Frigoríficos. Liquidada em 1994.
95)               Const A Lind – Janeiro/71 – Setembro/79 – Ainda listada.Construtora Adolpho Lindberg.
96)               Const Beter – Maio/72 – Janeiro/82 – Ainda listada.Construtora Beter.
97)               Cônsul – Maio/71 – Janeiro/86 – Incorporada. Hoje, marca da Whirlpool. Incorporada em 1992.
98)               Consursan – Maio/72 – Setembro/74 – ???
99)               Contax – Setembro/05 – Setembro/06 – Ainda listada. Surgiu da cisão da Telemar.
100)           Copas – Janeiro/69 – Setembro/87 – ???
101)           Copel – Setembro/99* – Continua
102)           Copesul – Setembro/95 – Setembro/00 – Incorporada. Braskem fechou o capital da Copesul em 18/10/07.
103)           Correa Ribeiro – Setembro/84 – Setembro/87 – Ainda listada.
104)           Cosan – Janeiro/07* – Continua
105)           Cosígua – Janeiro/84 – Setembro/88 – Incorporada. A Gerdau Assume o controle em 1979.
106)           Cosipa – Maio/95 – Maio/99 – Incorporada. Companhia Siderúrgica Paulista. Parte da Usiminas, que fechou o capital da Cosipa em 14/04/05.
107)           CPFL Energia – Maio/07* – Continua – Sua subsidiária, Companhia Paulista de Força e Luz, esteve no índice antes.
108)           CRT – Setembro/00 – Janeiro/01 – Incorporada. Companhia Riograndense de Telecomunicação. Incorporada pela Brasil Telecom em 04/11/02.
109)           CRT Celular – Setembro/00 – Maio/06 – Incorporada. Ver Vivo.
110)           Cruzeiro do Sul – Janeiro/81 – Setembro/88 – Extinta. Não é o banco (muito menos a universidade). Consta na Receita Federal a situação cadastral “Inapta” e a justificativa “Omissa contumaz”.
111)           CTB – Maio/75 – Maio/76 – ???
112)           Cyre Com-CCP – Setembro/07 – Setembro/08 – Ainda listada. Surgiu da cisão da Cyrela e por isso entrou no índice.
113)           Cyrela Realt – Janeiro/07* – Continua
114)           Dasa – Janeiro/12* – Continua
115)           Deca – Maio/70 – Maio/71 – Incorporada, pela Duratex em 1972.
116)           Diâmetro EMP – Setembro/73 – Janeiro/74 – Ainda existe. Diâmetro Empreendimentos
117)           Docas – Janeiro/68 – Setembro/87 – Ainda listada.
118)           Dreher – Setembro/70 – Setembro/71 – ???
119)           Duratex – Janeiro/68 – Continua – Continuação da antiga Duratex, antes da fusão com a Satipel. Para fins legais, a atual Duratex é continuação da Satipel. Para fins práticos, a atual Duratex é a continuação da antiga empresa de mesmo nome.
120)           EBE – Maio/98 – Setembro/99 – ???
121)           Ecel – Maio/73 – Janeiro/80 – Extinta. Consta na Receita Federal a situação cadastral “Inapta” e a justificativa “Omissa contumaz”. Não tem mais registro na CVM.
122)           Ecisa – Janeiro/72 – Setembro/75 – Ainda existe. O controlador fechou o capital em 15/04/05.
123)           Ecodiesel – Maio/10 – Set/13 –  Listada. Mudou de nome para Vanguarda Agro)
124)           Econômico – Maio/79 – Janeiro/81 – Extinto. Banco Econômico. Em liquidação extra-judicial.
125)           Elebra – Setembro/86 – Setembro/87 – Extinta. Teve registro cancelado em 2002 por falta de atualização. Consta na Receita Federal a situação cadastral “Inapta” e a justificativa “Omissa não localizada”.
126)           Electrolux – Maio/97 – Maio/98 – Ainda existe. Controlador fechou o capital em 04/08/04.
127)           Elekeiroz – Janeiro/79 – Janeiro/82 – Ainda listada.
128)           Eletrobras – Maio/91* – Continua
129)           Eletropaulo – Setembro/97* – Continua
130)           Eluma – Setembro/75 – Janeiro/92 – Ainda listada. Inclui Isam-Eluma.
131)           EMAE – Maio/98 – Maio/99 – Ainda listada.
132)           Embraer – Janeiro/00* – Continua
133)           Embratel – Maio/00 – Janeiro/07 – Ainda listada.
134)           Embrava – Janeiro/71 – Janeiro/74 – ???
135)           Enbasa – Maio/73 – Setembro/73 – ???
136)           Engesa – Janeiro/74 – Maio/90 – Extinta. Consta na Receita Federal a situação cadastral “Inapta” e a justificativa “Omissa não localizada”. Consta na CVM registro cancelado em 20/12/05.
137)           EPTE – Maio/98 – Setembro/99 – Incorporada. Empresa Paulista de Transmissão Elétrica. Incorporada pela Transmissão Paulista em 26/11/01.
138)           Ericsson – Setembro/71 – Maio/99 – Ainda existe. Sim, a Ericsson de hoje. Fechou o capital em 12/04/01
139)           Estrela – Janeiro/68 – Maio/96 – Ainda listada. Manufatura de Brinquedos Estrela.
140)           Eucatex – Setembro/70 – Janeiro/89 – Ainda listada.
141)           Farol – Setembro/81 – Janeiro/85 – ???
142)           Ferbasa – Maio/84 – Janeiro/92 – Ainda listada
143)           Ferr e Lam Brasil – Janeiro/72 – Maio/76 – ???
144)           Ferro Brasileiro – Janeiro/69 – Janeiro/91 – Incorporada em 1991 pela Metalúrgica Babará.
145)           Ferro Ligas – Janeiro/79 – Janeiro/94 – Incorporada pela Vale em 16/01/03 após OPA.
146)           Fertiplan – Janeiro/72 – Maio/77 – Extinta. Consta na Receita Federal a situação cadastral “Inapta” e a justificativa “Omissa não localizada”.
147)           Fertisul – Setembro/84 – Setembro/87 – Incorporada pela Serrana em 1996, que por sua vez foi incorporada pela Bunge Alimentos (que incorporou a Manah)
148)           Fibria – Maio/95* – Continua – Antiga V C P. Substituiu Papel Simão.
149)           Fin Bradesco – Setembro/74 – Setembro/87 – Incorporada. Teve registro cancelado em 1988 e incorporada pelo Bradesco.
150)           FNV – Setembro/70 – Janeiro/94 – Incorporada. Fábrica Nacional de Vagões. Adquirida pela Engesa em 1983 e posteriormente pela Iochpe-Maxion.
151)           Ford Brasil – Janeiro/74 – Janeiro/82 – ???
152)           Ford Willys – Janeiro/68 – Setembro/70 – Não era exatamente igual a Ford Brasil. O código era FBR (Ford Brasil – FOR) - ???
153)           Frigobrás – Setembro/83 – Setembro/88 – Incorporada pela Sadia em 1998.
154)           Fundição Tupy – Janeiro/69 – Maio/93 – Ainda listada.
155)           Gafisa – Setembro/07* – Continua
156)           Gemmer Brasil – Maio/71 – Setembro/72 – ???
157)           Ger Paranapanema – Setembro/99 – Setembro/00 – Ainda listada. Surgiu da cisão da CESP.
158)           Gerdau – Setembro/00* – Continua
159)           Gerdau Met – Maio/05* – Continua
160)           Gol – Janeiro/07* – Continua
161)           Goyana – Maio/71 – Setembro/72 – Extinta. Na Receita Federal, consta como “Inapta” e “Inexiste de Fato”.
162)           Granóleo – Janeiro/85 – Setembro/87 – Ainda existe. Fechou o capital em 11/03/08.
163)           Grazziotin – Maio/84 – Setembro/87 –Ainda listada.
164)           Guararapes – Set/71 – Setembro/88 – Ainda listada. Inclui Conf Guararapes.
165)           HC Cordeiro Guerra – Setembro/72 – Janeiro/74 – Incorporada. Ver Veplan. Como existiu simultaneamente à Veplan, mantenho dois registros.
166)           Heleno e Fonseca – Setembro/72 – Maio/80 – ???
167)           Hindi – Janeiro/71 – Setembro/76 – Ainda existe. Teve registro na CVM cancelado em 29/11/90.
168)           Hypermarcas – Jan/11 – Continua
169)           IAP – Setembro/71 – Maio/83 – ???
170)           Ibesa – Janeiro/79 – Maio/82 – ???
171)           Icopasa – Janeiro/73 – Maio/73 – ???
172)           Ind. Hering – Maio/71 – Setembro/79 – Código HER – Incorporada. Pelo que entendi, essa Ind. Hering é a controlada, Cia. Hering, que foi incorporada pela Hering Têxtil, que depois mudou o nome para Cia. Hering. Nos registros da CVM, existem duas Cia. Hering, uma com registro cancelado, outra não. Essa com o registro cancelado deve ser a controlada, Cia. Hering, antiga Ind. Hering. A atual Cia. Hering era a Hering Têxtil que depois de incorporar a Cia Hering se tornou Cia. Hering. Bastante confuso...
173)           Indústrias Villares – Janeiro/68 – Janeiro/88 – ???
174)           Inepar – Setembro/97 – Janeiro/03 – Ainda listada.
175)           Invest Univest – Janeiro/73 – Maio/73 – ???
176)           Iochpe-Maxion – Janeiro/86 – Janeiro/89 – Ainda listada. Na época, era a Massey Perkins, comprada pela Iochpe-Maxion, que “herdou” o código MYPK.
177)           Ipiranga Pet – Janeiro/72 – Maio/08 – Incorporada. Comprada pela Petrobras, Ultrapar e Braskem, fechou o capital em 21/07/08.
178)           Isam – Janeiro/69 – Setembro/75 – Incorporada. Virou Eluma em Setembro/75
179)           Itaú Unibanco – Janeiro/68 – Continua – Antigo Itaú América e Itaubanco. O código mudou de ITAU para ITUB, mas continua a mesma empresa.
180)           Itaúsa – Maio/80 - Continua - Inclui Itaú Invest
181)           JBS – Maio/08* – Continua
182)           Jereissati – Janeiro/71 – Set/71 – Ainda listada. Na época, era a Metalúrgica La Fonte, que depois mudou de nome para La Fonte Participações e atualmente é Jereissati Participações.
183)           Kelson’s – Maio/70 – Janeiro/72 – ???
184)           Kepler Weber – Setembro/86 – Janeiro/88 – Ainda listada.
185)           Keralux – Maio/72 – Setembro/73 – ???
186)           Kibon – Janeiro/68 – Setembro/70 – Incorporada. Comprada pela Unilever em 1997.
187)           Klabin – Janeiro/85* – Continua
188)           Lan Nacional – Janeiro/89 – Janeiro/92 – Incorporada. Adquirida pela Eluma em 1980. Só em 1997 teve registro cancelado.
189)           Light – Setembro/71 – Continua
190)           Lightpar – Setembro/97 – Maio/99 – Ainda listada. Atualmente chama-se Eletropar.
191)           Lisa Livros – Setembro/72 – Janeiro/73 – Ainda existe. Chama-se Editora Lisa.
192)           Lista Telefônica Brasileira – Janeiro/71 – Janeiro/78 – Ainda existe.
193)           LLX Logística – Janeiro/10* – Continua
194)       Lobras – Janeiro/71 – Janeiro/72 – Ainda existe. Consta como “Ativa” na Receita Federal.
195)           Localiza – Janeiro/12* – Continua
196)           Lojas Americanas – Janeiro/68 – Continua
197)           Lojas Renner – Maio/07* – Continua
198)           Madeirit – Maio/79 – Setembro/87 – Ainda existe.
199)           Magnesita – Maio/70 – Setembro/87 – Ainda listada, apesar de ter mudado um pouco.
200)           Manah – Maio/71 – Janeiro/91 – Incorporada. Adquirida pela Bunge Fertilizantes em 1996, virando Bunge Fertilizantes, que fechou o capital em 2002.
201)           Manasa – Maio/74 – Janeiro/88 – Ainda existe. Fechou capital em 30/03/06.
202)           Mangels – Maio/74 – Janeiro/88 – Ainda listada.
203)           Maqs Piratininga – Janeiro/69 – Maio/71 – Ainda existe.
204)           Marcopolo – Janeiro/85 – Maio/91 – Ainda listada.
205)           Marfrig – Setembro/10* – Continua
206)           Mecânica Pesada – Janeiro/69 – Setembro/87 – Incorporada. Hoje, parte da Alstom do Brasil. Teve registro cancelado em 03/12/97
207)           Melhoramentos SP – Janeiro/68 – Setembro/72 – Ainda listada.
208)           Mendes Jr. – Maio/72 – Setembro/88 – Ainda listada.
209)           Mercantil – Maio/70 – Janeiro/71 – Ainda listado. Existem vários “Mercantis”, mas pelo código (BMS) deve ser o Banco Mercantil, ainda listado sob o código BMEB.
210)           Mesbla – Janeiro/69 – Janeiro/89 – Ainda existe, acredite. Consta como “Ativa” na Receita Federal e tem até site (CUIDADO COM A MÚSICA DO SITE). Teve a registro cancelado em 09/01/07. Encerrou as operações em 1999.
211)           Met Bárbara – Maio/86 – Maio/96 – Incorporada. Hoje, Saint-Gobain Canalização.
212)           Metal Leve – Janeiro/72 – Maio/95 – Listada.
213)           MMX Miner – Setembro/09 – Set/14 – Listada
214)           Moinho Santista – Janeiro/68 – Maio/74 – Incorporada. Parte da Bunge.
215)           Montreal – Janeiro/85 – Setembro/87 – Ainda existe. Teve registro cancelado em 08/05/00 por falta de atualização.
216)           MRV – Janeiro/10* – Continua
217)           Muller – Setembro/84 – Janeiro/88 – Extinta. Teve registro cancelado em 2000 por falta de atualização. Consta na Receita Federal “Inapta” e “Inexiste de fato”.
218)           Mundial – Janeiro/72-Maio/72 – Era a antiga Metalúrgica Abramo Eberle, que entrou no Ibovespa na revisão de Janeiro de 1972 e saiu logo em seguida. Foi adquirida pela Zivi Hércules em 1985 e passou a ser chamada de Mundial em 2003. (Fonte: Histórico no Formulário de Referência da Mundial).
219)           Nacional – Maio/79 – Janeiro/96 – Extinto. Banco Nacional. Em liquidação extrajudicial.
220)           Natura – Janeiro/07* – Continua
221)           Net – Maio/00 – Jan/11– Ainda listada
222)           Nord Brasil – Janeiro/71 – Janeiro/81 – Ainda listada. Banco do Nordeste do Brasil.
223)           Nordon Met – Janeiro/73 – Janeiro/84 – Ainda listada, mas sem ações em circulação. Não possui receita operacional.
224)           Noroest Est SP – Maio/74 – Setembro/87 –Incorporado. Incorporado pelo Santander
225)           Noroeste Brasil – Set/714 – Maio/72 – ???
226)           Nossa Caixa – Janeiro/08 – Janeiro/10 – Incorporada. Incorporada pelo Banco do Brasil.
227)           OGX Petróleo – Janeiro/10 – Set/13 – Listada
228)           Olvebra – Maio/82 – Janeiro/91 – Ainda existe. Teve registro cancelado em 2003 por falta de atualização.
229)           Orniex – Setembro/71 – Setembro/72 – Incorporada. Consta como incorporada na Receita Federal.
230)           Oxigênio do Brasil – Setembro/71 – Maio/72 – Ainda existe. Atual Air Liquide Brasil. Teve registro cancelado em 1998.
231)           P. Açúcar CBD – Janeiro/07* – Continua
232)           Papel Simão – Setembro/87 – Maio/95 – Comprada pela V C P em 1992 (como não foi a primeira aquisição da V C P, então não considero um único registro).
233)           Paragás – Maio/72 – Janeiro/73 – ???
234)           Paraibuna – Setembro/86 – Janeiro/95 – Incorporada. Comprada pelo grupo Votorantim em 2002 que fechou o capital da empresa após OPA em 13/12/02 (data de cancelamento de registro). É a atual Votorantim Metais Zinco.
235)           Parananapanema – Maio/72 – Janeiro/99 – Ainda listada.
236)           Paul F Luz – Janeiro/68 – Janeiro/00 – Incorporada. Companhia Paulista de Força e Luz. Hoje, parte da CPFL Energia.
237)           PBX Servix – Setembro/72 – Janeiro/74 – ???
238)           PDG Realty – Janeiro/10* – Continua
239)           Pérsico – Janeiro/85 – Janeiro/91 – Pérsico Pizzamiglio. Ainda existe.
240)           Petrobras – Janeiro/69* – Continua
241)           Petrobras BR – Janeiro/95 – Maio/03 – Incorporada. BR Distribuidora, parte da Petrobras, que fechou o capital da Petrobras BR em 10/02/2003.
242)           Petróleo União – Janeiro/68 – Setembro/74 – Incorporada. A Petrobras comprou a empresa em 1974.
243)           PHEBO – Maio/73 – Setembro/75 – Incorporada. Perfumarias Phebo. Comprada pela P&G em 1988. Teve seu registro cancelado em 20/07/90.
244)           Pirâmides Brasília – Janeiro/73 – Setembro/81 – Extinta. Consta na Receita Federal “Inapta” e “Omissa Contumaz”.
245)           Pirelli – Setembro/70 – Maio/93 – Ainda existe. Pirelli Cabos (PIR). O controlador fechou o capital em 21/11/00. Atualmente é a Prysmian.
246)           Plástico Brasil – Maio/72 – Janeiro/74 – ???
247)           PortX –Jan/11 – Mai/11 - Incorporada
248)           Premesa – Maio/81 – Maio/83 – Ainda existe.
249)           Prometal – Janeiro/85 – Janeiro/89 – Extinta. Consta na Receita Federal como “Inapta” e “Omissa não localizada”.
250)           Propileno – Janeiro/86 – Maio/90 – ???
251)           Prosdócimo – Maio/73 – Janeiro/74 – Incorporada. O nome Prosdócimo leva à Arapuá Importação Comércio que foi incorporada pela Lojas Arapuã. A antiga Prosdócimo teve registro cancelado em 10/10/96, mas a Lojas Arapuã continua com registro na CVM.
252)           Real – Setembro/75 – Janeiro/89 – Incorporado. Banco Real. Incorporado em 2000 pelo ABN Amro (que, por sua vez, seria comprado pelo Santander). O registro foi cancelado em 19/04/00
253)           Realcafé – Setembro/79 – Setembro/80 – Ainda existe.Teve o capital fechado em 20/04/00.
254)           Redecard – Setembro/08* – Janeiro/13 - Incorporada pelo Itaú Unibanco
255)           Ref Paraná – Janeiro/79 – Setembro/79 – ???
256)           Refripar – Setembro/79 – Maio/97 – Incorporada. Hoje, parte da Electrolux.
257)           Rheen – Janeiro/89 – Janeiro/91 - Existe. Atual Rimet, fechou o capital em 2012. Obrigado Samuel Diniz, nos comentários.
258)           Ripasa – Maio/86 – Maio/93 – Incorporada, Ainda existe controlada por Suzano Papel e Celulose e Votorantim Celulose e Papel (Fibria)
259)           Rossi Resid – Maio/08* – Continua
260)           Sabesp – Maio/00* – Continua
261)           Sadia – Setembro/05 – Janeiro/10 – Incorporada. Fundiu com a Perdigão para formar a Brasil Foods e as ações deixaram de ser negociadas em 21/09/09.
262)           Sadia Concórdia – Maio/79 – Maio/98 – Incorporada pela Sadia. Teve registro cancelado em 27/08/98
263)           Sadia Joaçacaba – Maio/81 – Janeiro/84 – Incorporada. Consta no IAN da Sadia que a unidade de Joaçaba foi vendida.
264)           Samcil – Maio/72 – Janeiro/74 – Ainda existe. Teve registro cancelado em 17/12/94
265)           Samitri – Janeiro/86 – Janeiro/89 – Ainda existe. SA Mineração da Trindade. Teve o registro cancelado em 16/10/2000.
266)           Sanderson do Brasil – Maio/72 – Setembro/74. Extinta. Faliu em 1974, ficou sob o poder do estado de São Paulo até 1979 e foi vendida para a Coopercitrus.
267)           Sano – Maio/71 – Maio/72. Ainda existe. Teve registro cancelado em 07/08/07 e atuava no mercado de balcão não organizado.
268)           Santa Olímpia – Janeiro/79 – Maio/85. Extinta. Usina Santa Olímpia. Consta como Baixada por inaptidão na Receita Federal. Teve registro cancelado em 20/12/05 e operava no mercado de balcão não organizado.
269)           Santander Br – Janeiro/68 – Continua. Vulgo Estado de S. Paulo, era Banespa antes de ser comprado pelo Santander Brasil.
270)           Savena – Setembro/72 – Janeiro/73. Incorporada. Na CVM, constam duas empresas com nome de Savena, o Banco Savena e a Savena SA VEICS NAC COM REPR. Imagino que deva ser a segunda, que teve o registro cancelado em 28/12/84. Consta como baixada por incorporação.
271)           Semp – Maio/72 – Setembro/73 – Ainda existe. Fechou o capital em 14/11/08.
272)           Servix Engenharia – Maio/72 – Setembro/82. Ainda existe. Originalmente, Rossi Serv Engenharia. Teve registro cancelado em 29/04/05 e operava no balcão organizado.
273)           Sharp – Maio/74 – Maio/99. Ainda existe. O nome no arquivo da CVM consta como Massa Falida da Sharp. Essa empresa era controlada pela família Machline que possuía 70,32% das ações ordinárias (enquanto que 96,99% das preferenciais estavam no mercado). O CNPJ que consta dos registros da CVM remete à Sharp do Brasil, agora controlada pela matriz.
274)           Sid Açonorte – Setembro/71 – Setembro/87. Incorporada pela Gerdau, teve registro cancelado em 25/02/97
275)           Sid Coferraz – Setembro/80 – Maio/82 – Extinta. Consta como Baixada por Inaptidão na Receita Federal.
276)           Sid Guaíra – Maio/74 – Setembro/87. Incorporada pela Gerdau. Teve registro cancelado em 05/09/95.
277)           Sid Informática – Maio/86 – Janeiro/89. Ainda existe e parece que não foi incorporada por nenhum grupo (consta como Ativa na Receita Federal). Teve registro cancelado em 10/05/94.
278)           Sid Mannesmann – Setembro/70 – Setembro/94. Ainda existe (consta como Ativa na Receita Federal). Atualmente, Vallourec & Mannesman, na época, Siderúrgica Mannesman. Teve o registro cancelado em 03/10/00
279)           Sid Nacional – Maio/71* – Continua
280)           Sid Riograndense – Setembro/70 – Setembro/97. Incorporada pela Gerdau. Teve registro cancelado em 30/06/97.
281)           Sid Tubarão – Setembro/94 – Janeiro/06 – Incorporada. Ver Arcelor BR.
282)           Sifco – Maio/86 – Maio/91. Ainda existe. Teve registro cancelado em 09/03/04.
283)           Solorrico – Setembro/71 – Maio/83. Incorporada. Comprada pela Cargill em 1999, tornou-se Cargill Fertilizantes, que viria a fechar capital em 20/08/03. A união das operações de potássio e fosfato da IMC Global e as operações de fosfato e distribuição da Cargill criou a Mosaic, atual nome das sucessoras da Solorrico.
284)           Sopave – Setembro/72 – Janeiro/73 – Ainda existe, mas não está listada na Bovespa. Teve o registro cancelado em 07/06/91.
285)           Souza Cruz – Janeiro/68* –  Continua
286)           Submarino – Janeiro/07 – Setembro/07 – Incorporada. Virou B2W
287)           Sudameris – Janeiro/84 – Setembro/87. Incorporado. Em 1998, teve o controle comprado pelo ABN Amro e foi incorporado em 2000. Em 2004, o ABN Amro realizou OPA para comprar o restante das ações em circulação. Só teve o registro cancelado em 25/05/07 com uma troca de ações de 1.000 ações do Sudameris por 78 do ABN Amro. Antigos acionistas do Sudameris que não venderam as ações ao ABN Amro na OPA são acionistas do Santander Brasil.
288)           Sudeste – Maio/71 – Setembro/73. Ainda existe e possui ativos registrados para negociação no mercado de balcão, embora todas as ações estejam nas mãos do controlador (Opportunity).
289)           Suzano – Setembro/81 – Maio/95. Ainda listada. Entre setembro de 1981 e maio de 1995, uma “Suzano” constava do Ibovespa. Além da Suzano Papel e Celulose (SUZB), há Suzano Holding (NEMO) e a antiga Suzano Petroquímica (que virou Quattor e depois foi incorporada pela Braskem). Creio que a Suzano no período mencionado seja a holding, já que consta que consta que a empresa de papel e celulose foi fundada em 1987 e listada em 1992. Logo, temos uma nova empresa entrando no Ibovespa.
290)           Suzano Papel e Celulose – Setembro*/12 – Continua (ver comentário acima).
291)           Tam S/A – Janeiro/07 – Setembro/12
292)           Tef Data Bras – Setembro/01 – Setembro/02 – Incorporada. Cisão da Telesp, que voltou a incorporar a empresa em 25/10/06. A empresa foi constituída em 2001 com o propósito de “reestruturação administrativa e operacional” e teve fim como empresa independente e 2006 com o propósito de reestruturação das atividades de Serviços de Comunicação Multimídia da Telefônica Empresas e Telesp. Ou seja, foi a reestruturação da reestruturação. Telefonia no Brasil tem dessas histórias, não tente entender...
293)           Tele Ctr Oest – Maio/00 – Maio/06 – Incorporada. Ver Vivo.
294)           Tele Leste Cl – Setembro/00 – Maio/06 – Incorporada.. Ver Vivo
295)           Tele Nord Cl – Maio/00 – Janeiro/05. Incorporada. Surgiu como cisão da Telebrás e foi incorporada pela Tim Participações em 25/10/04.
296)           Tele Sudeste – Maio/00 – Setembro/00 – Incorporada.Ver Vivo
297)           Telebrás – Maio/90 – Janeiro/00 – Ainda existe. Ainda existe uma Telebrás, mas o que sobrou da privatização da Telebrás. Inclui o recibo de ações.
298)           Telemar – Maio/00* – Maio/12 - "Incorporada" pela Oi
299)           Telemar NL – Maio/76* - Maio/12 - Inclui a Telerj. "Incorporada" pela Oi.
300)           Telemig Part – Setembro/00 – Setembro/08. Incorporada pela Vivo em 19/10/09.
301)           Telepar Cl – Setembro/98 – Setembro/99. Incorporada. Controlada pela Tele Celular Sul. Incorporou a Telesc Celular (também controlada pela Tele Celular Sul) e mudou de nome para Tim Sul, que era controlada da Tim Participações, que fechou o capital da Tim Sul em 09/12/05 (que por sua vez fará parte da Telemar).
302)           Telerj Cl – Setembro/98 – Setembrp/99. Incorporada pela Tele Sudeste (que faria parte da Vivo) em 04/04/01.
303)           Telefônica Brasil – Setembro/76*
304)           Telesp Cl – Setembro/98 – Maio/00. Incorporada pela Telesp Celular Participações (Telesp Cl PA) em 22/03/00.
305)           Telesp Cl PA – Maio/00 – Maio/06 – Incorporada. Telesp Celular Participações. Ver Vivo.
306)           Tim Particip – Maio/00* - Continua – Antes, Tele Cl Sul.
307)           Tractebel – Setembro/98 – Continua – Inclui registro da Gerasul, surgida da cisão da Eletrobras. Em 1998, a Suez comprou a Gerasul.
308)           Tran Paulista – Setembro/99 - Setembro/13 – Resultado da cisão da Cesp.
309)           Transbrasil – Janeiro/81 – Janeiro/89. Ainda existe. Parou de operar em 2001 e só teve o registro cancelado na BM&F Bovespa em 04/01/10 por falta de atualização do registro. Em 07/10/03, teve cancelada a autorização de negociação na bolsa. Porém, ainda não pode ser considerada falida: na Receita Federal, consta como Ativa.
310)           Transparana – Setembro/73 – Setembro/81. Ainda existe. Nos arquivos da CVM, consta como Massa Falida da Transparana. Na Receita Federal, consta como ativa. Deve estar na mesma situação da Transbrasil. Se procurar no Google, encontramos outra Transparana.
311)           Trevisa– Maio/84 – Maio/92 – Ainda listada. Luchinger Madörin Participações, atual Trevisa.
312)           Ultralar – Setembro/70 – Setembro/73 – Incorporada. Pertencia à Ultrapar.
313)           Ultrapar – Maio/08* – Continua
314)           Unibanco – Maio/79 – Maio/09 – Incorporado. Fundiu com Itaú e formou o atual Itaú Unibanco.
315)           Unipar – Setembro/71 – Maio/99 – Ainda listada.
316)           Usiminas – Janeiro/93* – Continua
317)           Usin C Pinto – Setembro/86 – Janeiro/88 – Ainda listada.
318)           Vale – Janeiro/68* – Continua
319)           Varig – Janeiro/74 – Setembro/94 – Existe. Deslistada em 05/01/11 por falta de atualização de registro. Consta como Ativa na Receita Federal.
320)           Veplan – Maio/72 – Setembro/73 – Incorporada. Fundiu-se com a H.C. Cordeiro Guerra na década de 1970. Em 1975, o fundador da Veplan vendeu sua participação e fundou a Multiplan. Ainda existe, mas sem registro em bolsa.
321)           Vidraria Sta. Marina – Maio/77 – Janeiro/95. Incorporada. Foi adquirida pela Saint-Gobain em 1960. Teve o registro cancelado em 04/06/01 após OPA realizada pela controladora.
322)           Vivo – Maio/06 – Mai/11. Incorporada. Fusão de CRT Celular, Tele Ctr Oest, Tele Leste Cl, Tele Sudeste e Telesp Cl. Incorporada pela Telefônica Brasil em 31/10/11 (já antes tinha deixado de ser negociada)
323)       White Martins – Setembro/70 – Setembro/00. Ainda existe. Fechou o capital em 29/05/00 após OPA do controlador (Praxair Comércio e Participações).
324)           Zanini – Janeiro/73 – Setembro/87. Ainda existe. Teve o registro cancelado em 27/01/97
325)     Energias do Brasil  Janeiro/13*  Continua
326)     BR Properties  Maio/13*  Continua
327)     Anhanguera Educação  Setembro/13*  Continua
328)     Kroton  Setembro/13*  Continua
329)     BB Seguridade  Janeiro/14*  Continua
330)     Ecorodovias  Janeiro/14*  Continua
331)     Estácio Participação – Janeiro/14* – Continua
332)    Even – Janeiro/14*  Continua
333)   Qualicorp – Janeiro/14* – Continua

Fontes: CVM, BM&F Bovespa, Receita Federal e demonstrativos contábeis das empresas.

Atualizado em: 24/09/12. Atualizada pela revisão do Ibovespa em setembro de 2012.