terça-feira, 19 de março de 2019
A primeira vez que o Ibovespa chegou a 100 mil pontos
domingo, 17 de março de 2019
Qual foi a primeira empresa brasileira a valer USD 1 bi?
Fui perguntado se eu sabia qual era a primeira empresa brasileira a valer US$ 1 bilhão em bolsa. A inspiração foi esse artigo que afirma que a U.S. Steel foi a primeira empresa americana a chegar nessa marca no começo dos anos 1900s. Não sabia qual era, mas fui pesquisar e encontrei a resposta.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Revisão do Ibovespa (mai/13)
segunda-feira, 11 de março de 2013
Topos Históricos
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Revisão do Ibovespa (jan/13)
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Revisão do Ibovespa (set/12)
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Revisão do Ibovespa (mai/12)
Soma das maiores participações: 45,877% (45,977% na revisão passada)
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Revisão do Ibovespa (jan/12)
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Revisão do Ibovespa (set/11)
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Revisão do Ibovespa (Maio/2011)
Não há nenhuma entrada ou saída. A única diferença é uma mudança de código, o Pão de Açúcar voltando a ter apenas uma ação preferencial e o código voltando para PCAR4.
Maiores pesos
VALE5: 10,346%
PETR4: 10,201%
OGXP3: 4,878%
ITUB4: 4,127%
BVMF3: 3,693%
BBAS3: 3,105%
GGBR4: 3,081%
BBDC4: 3,06%
PETR3: 2,978%
USIM5: 2,841%
Excluindo a PETR3 e a VALE3 (11º maior peso), a lista das dez empresas com maior peso inclui:
PDGR3: 2,491%
Concentração nas dez maiores participações: 48,31% (era 47,863% na revisão anterior)
Maior ganhador de participação: BBAS3 (+0,37 pontos porcentuais indo de 10º para 6º)
Maior perdedor de participação: VALE5 (-0,41 pontos porcentuais). Destaca-se ainda ECOD3 (-0,27 pontos)
Menor participação: TMAR5 (0,16%), sendo que era a TLPP4 na revisão anterior (0,145%)
Maiores participações há dez anos
TNLP4: 11,704%
PETR4: 9,512%
PLIM4: 5,985% (antiga Globo Cabo e hoje Net)
EBTP4: 4,716%
BBDC4: 4,607%
Telesp Celular: 4,369%
BRTP4: 4,196%
PETR3: 3,733%
VALE5: 3,166%
ELET6: 3,048%
Concentração nas dez mais: 55,036%
Peso das IPOS
21 ações de empresas que abriram capital a partir da IPO da Natura fazem parte do Ibovespa, representando 30,43% do número de empresas e 27,529% de participação da carteira.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Revisão do Ibovespa (Jan/11)
HYPE3: Mais uma IPO recente que entra no índice. É uma empresa de bens de consumo com ampla linha de produtos e grande ímpeto comprador. Abriu capital em 18/04/09, teve um retorno negativo no primeiro dia de negociações, mas acumula 2,90% a.m. acima do Ibovespa.
PRTX3: Entra como uma cisão da LLX. Se tudo ocorrer como o esperado, essa ação não estará na próxima revisão do Ibovespa, já que será alvo de uma OPA realizada pela MMX, empresa do mesmo controlador da LLX (Eike Batista). A PortX irá transportar minérios da Usiminas que por sua vez firmou um acordo de lavra de uma de suas minas com a MMX. Quem quiser melhor desvendar a (mais uma) história curiosa das empresas X pode consultar as divulgações da MMX e da LLX em seus sites de RI (em especial, esse documento) ou notícias na imprensa (como essa).
O que mais me interessa é o reajuste por proventos da LLX. O reajuste foi de R$ 0,49 no dia 03/12, valor esse que é o preço de “lançamento” da PRTX3. Esse preço não refletia bem o valor da empresa, de forma que a PRTX3 subiu 806,98% e a LLXL3 caiu 40,77% (após reajustar pela cisão). Somando as duas ações, a alta foi de 3,79% ((4,59+3,9)/8,18-1). Como é resultado da cisão da LLX que por sua vez é resultado da cisão da MMX que por sua vez é uma IPO recente, a PRTX3 conta como uma IPO recente.
Sai
NETC4: Por conta da OPA de fechamento de capital realizada pela Embratel, a ação deixou de estar no índice desde 08/10/2010. A empresa tinha entrado no índice na revisão de Maio de 2000 (como Globo Cabo código PLIM4).
Mudança de código
Devido à migração para o Novo Mercado e o fim das negociações das units, as ações da ALLL11 que faziam parte do Ibovespa foram “convertidas” em ALLL3. Isso, no entanto, não muda o histórico da companhia no índice.
A Eletropaulo unificou as ações preferenciais passando a ter apenas uma ação preferencial, de modo que a ação da companhia que faz parte do Ibovespa é a ELPL4, não mais a ELPL6. Dessa forma, volta a ter o código que utilizava originalmente quando ingressou no índice (após o começo dos códigos de quatro letras).
Número de empresas
Com a entrada da Hypermarcas, o número de empresas que já fizeram parte do Ibovespa passa para 319.
Maiores pesos
VALE5: 10,758%
PETR4: 10,46%
OGXP3: 4,806%
ITUB4: 3,829%
BVMF3: 3,739%
GGBR4: 2,98%
PETR3: 2,895%
BBDC4: 2,884%
USIM5: 2,777%
BBAS3: 2,735%
Excluindo PETR3, a lista das 10 empresas com maior peso no índice inclui:
PDGR3: 2,425%
Peso das IPOs
Com a entrada da Hypermarcas e da PortX, são 21 ações de empresas que abriram capital desde a IPO da Natura. É 30,43% do número de empresas e 27,91% da participação (26,532% na revisão anterior), ou seja, mais de um quarto em ambos os critérios.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Capitalização da Petrobras
A oferta da Petrobras é a maior de todos os tempos no mundo. Adicionalmente, é maior do que todas as IPOs realizadas no Brasil de 2004 para cá. A oferta da Petrobras foi de R$ 120 bilhões (R$ 120.360.800.041,25 se você quiser ser exato), enquanto que as IPOs somam R$ 106 bilhões. Essa conta desconsidera Santander e Tam, por motivos já declarados aqui. Considerando essas duas ofertas, mesmo assim a oferta da Petrobras é maior do que as IPOs de verdade mais essas duas, somando R$ 119 bilhões.
Ibovespa sem Petrobras
PETR3 PETR4 constavam da lista das cinco maiores baixas em 12 meses em Agosto e a desvalorização no ano era de 27% para ambas. Como PETR4 era a ação com maior peso no índice até ser ultrapassada pela Vale em Setembro, é de se imaginar como seria o Ibovespa sem a Petrobras.
Reproduzi o Ibovespa com base nas quantidades teóricas de cada revisão quadrimestral (Janeiro/10 e Maio/10) quando da mudança de composição da carteira, calculando qual o valor teórico investido em cada ação. Em seguida, calculei os valores das ações do índice com base na rentabilidade mensal ajustada por dividendos. Por fim, calculei uma carteira do Ibovespa sem PETR3 e PETR4. No final de Agosto, o Ibovespa estaria com uma insignificante alta de 0,04% contra a baixa efetiva do índice de 5,02%. Ou seja, apesar da expressiva desvalorização de 27%, o efeito no índice não é tão grande quanto se poderia imaginar e a Petrobras não está “segurando” o índice, que não teria ido muito mais longe se a Petrobras não existisse no índice.
Quem desejar, pode conferir nesta planilha. O resultado não é totalmente preciso, há alguns erros em minhas estimativas dos valores de cada ação dentro da carteira. Para ser preciso, seria necessário encontrar a quantidade teórica diária e ir utilizando as cotações diariamente para se alcançar um resultado mais preciso sobre o valor do índice. Como o erro é baixo (erro máximo de 0,57% entre o valor calculado e o valor real), não há necessidade de maiores preocupações.
Outra forma de ver isso é analisando uma carteira que tenha comprado o índice (se fosse possível) e vendido a descoberto PETR3 e PETR4 na mesma quantidade que estava no índice. Na pasta “Long Short”, há um hipotético investimento no final de 2009 de $ 100 em uma carteira que comprou inicialmente $ 115,707 de Ibovespa e vendeu $ 3,151 e $ 12,556 de PETR3 e PETR4 respectivamente. Há a revisão em Maio e Setembro para adequar as mudanças na composição da carteira. As rentabilidades são calculadas com base nas rentabilidades mensais ajustadas por dividendos. O resultado seria um ganho de 11,42%.
Diluição
Em todas as discussões e explicações sobre a oferta da Petrobras estava presente algum comentário sobre a diluição que os atuais acionistas sofrerão com a oferta se não comprarem a sua parcela nas ações (34%). A explicação era que com mais ações o dividendo por ação é reduzido e, para evitar isso, compra-se mais ações para manter os mesmos dividendos recebidos e isso evitaria prejuízos para o acionista.
Eu já discuti isso (de maneira geral) em outro texto. Pensando em rentabilidade, não há qualquer necessidade do acionista participar da oferta. Com uma oferta de ações, haverá mais ações para dividir os dividendos totais. A questão é se os dividendos totais aumentarão ou diminuirão, o que depende do uso dos recursos captados na oferta. Se os recursos forem aplicados em projetos rentáveis, os dividendos totais aumentarão, assim como os dividendos por ação, talvez não imediatamente, mas ao longo do tempo. Se os recursos forem mal aplicados, os dividendos totais diminuirão ou não aumentarão de uma forma satisfatória.
Não há como o acionista evitar a diluição. A partir do momento em que há a oferta ou o anúncio da oferta, os preços passam a levar em conta essa consideração: os recursos captados serão utilizados em projetos rentáveis? Grosso modo, se as perspectivas forem boas, os preços sobem; do contrário, caem.
Comprar mais ações para manter a mesma participação é inócuo em termos de rentabilidade. A rentabilidade porcentual futura de 1 ação ou de 1,34 ação é a mesma. Apesar do discurso ser de manutenção, comprar ações para manter a participação é um aumento do investimento realizado para acompanhar o aumento do investimento dos demais acionistas. Ou seja, na hora de decidir entre entrar ou não na oferta, a diluição não tem mais importância alguma em termos de rentabilidade. Se o investidor, por algum motivo, valoriza ter uma determinada participação porcentual na empresa ou deseje manter seu poder de voto nas assembleias, pode vir a participar da oferta para manter a sua participação. Porém, isso não vai afetar sua rentabilidade.
Valor de Mercado
Com a oferta, a Petrobras volta a ter valor de mercado maior do que o da Vale (a Vale tinha passado. Ver aqui). Na verdade, é possível dizer que nunca deixou de ter valor menor, já que as cotações (e a capitalização de mercado, por conseqüência) já estavam levando em conta a oferta de ações.
No final do ano, o valor de mercado da Petrobras era de R$ 347 bilhões. Com a mesma quantidade de ações e o preço igual ao da oferta, o valor de mercado era de R$ 247 bilhões, um pouco inferior ao da Vale (R$ 251 bilhões). Ou seja, houve uma perda de valor de R$ 100 bilhões, muito disso atribuível à forma como a oferta de ações se deu. Após a oferta (aos preços da mesma), o valor de mercado passa a ser de R$ 368 bilhões.
Dos R$ 120 bilhões levantados, R$ 74 bilhões serão utilizados para pagar a cessão onerosa ao governo. Ou seja, só restaram R$ 45 bilhões para serem investidos pela empresa em seu plano de investimentos, que é de R$ 244 bilhões até 2014. Os outros R$ 200 bilhões terão de vir de lucros retidos, aumento na dívida ou novos aumentos de capital.
Como mostrado no texto sobre Diluição, se os projetos de uma empresa não geram valor (VPL=0), o valor de mercado após a oferta é o valor anterior mais o da oferta. No exemplo teórico, se o valor de mercado era de $ 2.625 antes da oferta, há uma captação de $ 500 e o valor presente dos projetos é de $ 389,29, o valor de mercado passa para $ 3.014,29. O preço por ação era de $ 26,25 e passa para $ 25,14. Se o valor presente dos projetos fosse $ 500,00, o valor de mercado seria de $ 3.125 e o preço por ação $ 26,25.
No caso da Petrobras, houve um aumento de R$ 21 bilhões no valor de mercado (368-347) e uma captação de R$ 120 bilhões. Antes da oferta, a perda de valor de mercado era de R$ 100 bilhões (347-247). Desconsiderando outros fatores que poderiam explicar essa variação, se a captação fosse neutra em valor o valor de mercado deveria ter aumentado no mesmo montante da oferta. Pelo discutido acima, pode-se dizer que houve uma interpretação negativa sobre os projetos da empresa. Na verdade, não exatamente sobre os projetos, mais sobre a forma como a capitalização foi feita, tendo a necessidade da cessão onerosa. Pegar como data inicial o final de 2009 é impreciso, já que a capitalização já vinha sendo discutida há muito tempo, mas as conclusões não devem mudar tanto se for mudado a data inicial.
O fato é que todo esse processo destruiu valor. Talvez isso tenha sido exagerado, não deveria estar caindo 27% no ano e talvez venha a subir de volta até alcançar o resto do mercado (como diz a tese falha em comprovação de que a Petrobras está “atrasada” em relação ao mercado). Mas eu não vejo nenhuma necessidade de que isso ocorra.
Siglas (acrescentado em 26/09/10)
Estava otimista quanto ao uso correto da terminologia, mas mostrei-me um completo inocente. No Google, há 3.180 resultados para "IPO da Petrobras" e 65 para "OPA da Petrobras" (resultados que crescerão em 1 por conta de minha contribuição). Alguns resultados são para corrigir o uso da sigla, mas a maioria usa IPO ou OPA como sigla para oferta de ações. O uso correto das terminologias está aqui. A oferta da Petrobras foi uma oferta primária subsequente. Não pode ser IPO porque já tem capital aberto há mais de 40 anos e não pode ser OPA porque não há acionista comprando as ações de outros acionistas possivelmente para fechamento de capital, e sim uma emissão de ações que serão vendidas para capitalizar a empresa.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Revisão do Ibovespa (Setembro/10)
BISA3: Brookfield, anteriormente Brascan Residencial. A companhia é o resultado da união de três empresas, Brascan Residencial, Company (essas duas eram companhias abertas) e MB Engenharia. A Brascan comprou a MB Engenharia e a Company em 2008. Em 2009, a controladora, Brookfield Asset Management, decidiu fazer a união das empresas sob um mesmo nome, a atual Brookfield.
A oferta inicial da então Brascan foi feita em 23/10/06 e subiu 6,25% no primeiro dia. O tamanho da oferta foi de R$ 1,2 bilhão. Da IPO até agora, caiu 37,63%, queda relativa ao Ibovespa de 2,17% a.m.
SANB11(Santander Brasil): O Santander Brasil nunca esteve no Ibovespa, mas o seu antecessor, Banespa (aparecia com o nome Estado de São Paulo em uma época), sim. A ação ordinária do Banespa participou em quase todas as carteiras do início do Ibovespa (Janeiro/1968) até Maio de 2001, ficando de fora só da carteira de Maio de 1974. Volta agora como a 28ª maior participação no índice. A tendência é subir nessa classificação quando tiver 12 meses de negociação da SANB11. E como o índice de negociabilidade das ações ordinárias e preferenciais não contam para a unit, o ativo SANB11 entrou pela primeira vez com menos de 12 meses de negociação a exemplo de BVMF3 e CIEl3.
MRFG3 (Marfrig): Mais uma IPO recente a exemplo da BISA3 (e apenas da BISA3). A oferta inicial foi feita em 29/06/07 e subiu 7,71% no primeiro dia. O tamanho da oferta foi de R$ 1 bilhão e está subindo 4,03% desde a oferta, queda relativa ao Ibovespa de 0,38% a.m.
Sai
AGEI3 (Agre): A Agre foi incorporada pela PDG e suas ações deixaram de ser negociadas. Outras 13 empresas que entraram no Ibovespa em uma revisão saíram na seguinte para nunca mais voltarem (a Agre, como uma empresa, e não parte de outra, nunca mais fará parte do Ibovespa).
Número de empresas e errata
Contando Santander como sucessor do Banespa e acrescentando a Brookfield e o Marfrig, o número de empresas que já fez parte do Ibovespa passa para 317. O número é menor do que no meu comentário anterior, já que estava levando em conta seis duplas contagens: Telepar e Brasil Telecom, Telerj e Telemar NL, Confecções Guararapes e Guararapes, Copene e Braskem, Itaú Investimentos e Itausa, Rossi Serv Engenharia e Servix Engenharia. O número anterior corrigido é de 315 e agora passa para 317. Agora é possível ver quais são essas mais de trezentas empresas aqui.
Maiores pesos
VALE5; 10,748%
PETR4; 9,709%
BVMF3; 3,822%
ITUB4; 3,791%
OGXP3; 3,75%
GGBR4; 3,09%
BBDC4; 2,821%
USIM5; 2,756%
VALE3; 2,664%
PETR3; 2,584%
Contando apenas uma vez Vale e Petrobras, entram na lista de empresas com maior peso no Ibovespa:
PDGR3; 2,485%
BBAS3: 2,43%
O destaque fica para a ultrapassagem da VALE5, assumindo o primeiro lugar do Ibovespa, o que era possível imaginar já na última revisão. A Petrobras era a primeira desde a revisão de Janeiro de 2006, contando 14 revisões seguidas. É a segunda vez que a Vale será a ação número 1 do Ibovespa (a outra vez foi em Maio de 1991) após uma revisão quadrimestral.
Outro destaque é a OGXP3, que passou de décimo segundo lugar para quinto. Por conta das incertezas sobre a capitalização, dizem que está havendo uma migração de PETR4 para OGXP3, embora as empresas sejam muito diferentes. Esse aumento na negociação da OGXP3 parece confirmar isso.
Por fim, a PDGR3 pulou de 1,1% do índice para 2,485%, muito por conta da “herança” do índice de negociabilidade da Agre.
CIEL3, mesmo agora sendo negociada a mais de 12 meses (estava sendo negociada a menos de 12 meses em Maio), diminuiu a participação de 1,983% para 1,664%, passando da 14ª posição para a 16ª.
E CSNA3 saiu do top 10 do Ibovespa, não figurando nem no top 10 empresas. Um analista que conheço que diz que a boa é comprar o top 10 do Ibovespa e gostava de CSNA3 (não tanto quanto PETR4 e VALE5, óbvio) deve estar desolado...
Peso das IPOs
Com a saída da AGEI3 e a inclusão apenas da Brookfield (OFERTA DA SANB11 NÃO FOI IPO), são 19 ações de empresas que abriram capital desde a IPO da Natura. É 27,94% do número de empresas e 26.532% da participação (24,302% na revisão anterior), ou seja, mais de um quarto em ambos os critérios.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Mudança no Ibovespa (Maio/2010)
Três novas ações entraram para o Ibovespa, todas aberturas de capital recentes:
CIEL3: Antiga Visanet, a Cielo entra antes de completar 12 meses de negociação (abriu capital em 29/06/09), da mesma forma que a BM&F Bovespa.
AGEI3: Fruto da união de três empresas (Agra, Abyara e Klabin Segall), a Agre acabou juntando o índice de negociação das três empresas, o que facilitou a sua entrada no Ibovespa. Constituída em 16/07/09 como Agre, começou a ser negociada como AGEI3 em 12/02/10.
ECOD3: Paixão desenfreada e casamento até que a morte os separe (não se sabe se do investidor ou da empresa) de muitos, Brasil Ecodiesel entra no Ibovespa. A empresa abriu capital em 22/11/06 e atualmente é a segunda maior baixa relativa ao Ibovespa desde a abertura de capital entre as IPOs a partir da Natura (tirando da lista a OSX Brasil, muito recente).
Saíram
Nenhuma ação saiu do Ibovespa ou trocou de nome.
Número de empresas
Com essas três adições, o número de empresas que já fizeram parte do Ibovespa passou para 321.
Maiores pesos
PETR4; 10,633%
VALE5; 10,627%
BVMF3; 4,212%
ITUB4; 3,869%
GGBR4; 3,430%
BBDC4; 3,104%
USIM5; 2,877%
PETR3; 2,739%
VALE3; 2,735%
CSNA3; 2,489%
Contando Petrobras e Vale apenas uma vez, entram na lista das dez empresas com maior participação no Ibovespa:
ITSA4; 2,454%
OGXP3; 2,423%
Contando Itaúsa e Itaú-Unibanco como uma empresa só, entra:
FIBR3; 2,026%
Com a CIEL3 logo atrás (1,983%), sendo, então, a 11ª empresa com maior participação no índice.
Cabe ressaltar a tímida liderança da PETR4, com 10,633% contra 10,627% da VALE5, ou 0,006 pontos percentuais de diferença. Na revisão anterior, a diferença era de 0,89 pontos porcentuais. Com isso, pode estar ameaçada a liderança da PETR4 que vem de 2006 (com essa, 14 revisões) e a VALE5 pode ser mais uma vez a ação com maior participação no Ibovespa após uma revisão do índice (o que só aconteceu na revisão de Maio de 1991). Em vários momentos a VALE5 passa a PETR4 nas carteiras para o dia, por conta de uma alta maior da VALE5 no período. Como as ações mantém uma quantidade teórica de ações no índice, variações nas participações porcentuais são devidas a variações nos preços. Nas revisões, porém, só conta a liquidez das ações e nesse quesito a PETR4 está acima (por enquanto).
Peso das IPOs
Agora são 18 ações de empresas que abriram capital desde a Natura, ou 27,27% do número de empresas e 24,302% de participação. No comentário da revisão de Janeiro de 2010, eu havia desconsiderado a LLX. Apesar de não ter feito IPO, a LLX é fruto da cisão de uma empresa (MMX) que realizou uma IPO no período (2004 para cá), logo pode ser considerada nessas contas.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Mudança no Ibovespa (Janeiro/10)
Três empresas mudaram de nome e/ou código da última revisão (Setembro/09) para a atual composição (Janeiro/10): V C P (VCPA3) virou Fibria (FIBR3), Perdigão (PRGA3) virou Brasil Foods (BRFS3) e a Duratex antiga (DURA3 e DURA4) se fundiu com a Satipel formando outra Duratex (DTEX3). Essas três empresas, que já faziam parte do Ibovespa, continuam contando apenas como uma empresa cada no cálculo do número de empresas que já fizeram parte do Ibovespa.
Entraram
LLX Logística (LLXL3)
MRV (MRVE3)
OGX Petróleo (OGXP3)
PDG Realt (PDGR3)
Nenhuma dessas estiveram no Ibovespa antes. Todas são IPOs recentes, cxceto pela LLX (surgida da cisão da MMX). A MRV começou a ser negociada em 23/07/07 (junto com Açúcar Guarani, Kroton e Triunfo) e subiu 19,23% no primeiro dia. Da IPO até agora, subiu 65,86% e conta com ganho relativo ao Ibovespa de 1,19% a.m. A OGX abriu capital em 13/06/08, sendo a última IPO de 2008 e iniciando um período de mais de 12 meses sem IPOs. Foi uma oferta apenas para investidores qualificados, com alta de 8,31% no primeiro dia. Fez um desdobramento de 1:100 em 18/12/09 e já a partir do pregão seguinte a este (21/12/09) a ação começou a ser negociada no mercado fracionário. Desde a IPO, subiu 51,19% com ganho relativo ao Ibovespa de 2,17% a.m. Por fim, a PDG abriu capital em 26/01/07, fechando o primeiro dia sem variação. Sobe 27,60% desde a IPO com perda relativa ao Ibovespa de 0,56% a.m.
A LLX começou a ser negociada no dia 28/07/08 como cisão da MMX, os acionistas da MMX recebendo uma ação da LLX para cada ação da MMX. O preço da LLX na cisão foi de 3,98 e a ação sobe 154,02% desde a cisão.
Duas dessas empresas (LLX e OGX) pertencem a Eike Batista, que também teve a sua MMX inclusa no índice em Setembro/09. O empresário começou 2009 sem nenhuma empresa no índice e começa 2010 com três, só faltando (dentre as que atualmente possuem capital aberto) a MPX Energia, que vem tendo um mau desempenho na bolsa (cai 53,92% desde a IPO).
Saíram
Aracruz PNA (ARCZ6)
Brasil Telecom Participações PN (BRTP4)
Celesc PNB (CLSC6)
Comgás PNA (CGAS5)
Nossa Caixa (BNCA3)
Sadia PN (SDIA4)
Além, dos casos já citados, VCPA3, PRGA3 e DURA4.
A Aracruz entrou no Ibovespa pela primeira vez em Janeiro/89 e no índice continuou até ser incorporada pela Fibria. A Brasil Telecom Participações entrou pela primeira vez em Maio/00 (na época, denominada Tele Centro Sul) logo após a privatização da Telebrás. Sai agora incorporada pela Brasil Telecom, que, por sua vez, será incorporada pela Telemar/Oi no futuro. Na incorporação, cada BRTP4 foi trocada por 0,9096173 BRTO4 e 0,1720066 de BRTO3, e, justamente por essas 0,17 BRTO3 recebidas para cada BRTP4, a BRTO3 passou a fazer parte do Ibovespa pela primeira vez. A BRTO3 entrou no Ibovespa sem ter sido em uma revisão quadrimensal e sai na primeira oportunidade (agora) por baixa liquidez. Mais uma história complicada (nem tanto) de duas empresas que gostam de histórias complicadas.
A Nossa Caixa entrou no índice em Janeiro/08 e sai agora por conta da OPA realizada pelo Banco do Brasil (já não fazia parte do Ibovespa antes da revisão). A Celesc entrou no índice em Janeiro/98 e sai agora por baixa de liquidez. A Comgás entrou no índice em Setembro/01. Desde a revisão de Setembro/08 vinha amargando a “lanterna” das participações dentro do Ibovespa e agora sai por baixa liquidez, deixando a última posição para Tim Participações ON (TCSL3). A Sadia havia estado no Ibovespa como três empresas, Sadia Concórdia (Maio/79 – Maio/98), Sadia Joaçaba (Maio/81-Janeiro/84) e como Sadia, entrando em Setembro/05 e saindo agora, por conta da incorporação pela Brasil Foods.
Número de empresas
Com isso, o número de empresas que já fizeram parte do Ibovespa passa para 318.
Maiores pesos
Petrobras PN: 12,556%
Vale PN: 11,667%
Itaú Unibanco PN: 4,713%
BMF Bovespa: 4,349%
Gerdau PN: 3,788%
Bradesco PN: 3,664%
Vale ON: 3,238%
Petrobras ON: 3,151%
Usiminas PNA: 3,069%
CSN ON: 2,765%
Somadas, essas ações representam 52,96% do índice (na revisão anterior, as 10 ações com maior peso representavam 57,529% do índice).
Para fazer a classificação das 10 empresas com maior peso, conta-se Petrobras e Vale como duas empresas com quatro ações e inclui-se:
Itaúsa PN: 2,576%
Fibria ON: 2,266%
Contando Itaú Unibanco e Itaúsa como uma, inclui-se:
Banco do Brasil ON: 2,177%
Peso das IPOs
A participação somada das empresas que abriram capital desde a IPO da Natura é de 16,495% (era 13,492% na revisão anterior).
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Revisão do Ibovespa (Setembro/09).
Outras mudanças menores: Itaú Unibanco PN mudou de código (de ITAU4 para ITUB4) e Pão de Açúcar PN (PCAR4) deu lugar á Pão de Açúcar PNA (PCAR5). Uma mudança também pequena, mas mais significativa, é a saída de VCPA4 e a entrada de VCPA3, que existia anteriormente, mas não era negociada.
As 10 maiores participações no índice são:
PETR4: 15,012%
VALE5: 12,076%
ITUB4: 5,555%
BVMF3: 4,448%
BBDC4: 3,864%
GGBR4: 3,647%
VALE3: 3,468%
PETR3: 3,336%
USIM5: 3,1%
CSNA3: 3,023%
Juntas, essas 10 ações representam 57,529% (essas mesmas 10 ações representavam 59,492% na revisão anterior).
Para classificar as 10 empresas com maior participação no índice, sairia VALE3 e PETR3 para entrar:
ITSA4: 2,455%
BBAS3: 2,124%
Considerando ITSA4 muito parecida com ITUB4, inclui-se em seu lugar a Eletrobrás, somando ON e PNB com 1,918% (uma errata do meu texto sobre a revisão de Maio/09: tirando Itaúsa, a 10ª empresa com maior participação seria a Eletrobrás, não CMIG4).
Errata (02/10/09): Havia esquecido de mencionar a exclusão da BRTP3.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Ibovespa (Revisão de Mai/09).
A Bovespa apresentou hoje (04/05/09) a revisão dos índices acionários. No Ibovespa, saiu Unibanco (UBBR11) e o Itaú (permita-me chamar assim o Itaú Unibanco) “herdou” o histórico do Unibanco. Com isso, o Itaú passou a ter a terceira maior participação no índice com 5,909%, à frente da BMF Bovespa (que ocupou o terceiro lugar nas duas últimas revisões) e do Bradesco.
Desde Janeiro/86 Itaú não ficava à frente do Bradesco no Ibovespa e, de 1980 para cá, apenas na revisão de Janeiro/83 Itaú teve a terceira maior participação (atrás de Petrobras e Banco do Brasil).
As 10 ações com maiores participações. A soma é 59,49%. Na última revisão era de 56,06%
PETR4 – 16,605%
VALE5 – 12,155%
ITAU4 – 5,909%
BVMF3 – 4,242%
BBDC4 – 3,845%
GGBR4 – 3,533%
VALE3 – 3,446%
CSNA3 – 3,4%
PETR3 – 3,341%
USIM5 – 3,016%
Para se chegar às 10 empresas com maior participação, basta tirar VALE3 e PETR3.
BBAS3 – 2,337%
ITSA4 – 2,297%
Convenhamos que ITAU4 e ITSA4 são a mesma empresa. CMIG4 (1,672%) seria a 10ª sem Itaúsa, ficando com a "vaga" que era do Unibanco.
sábado, 2 de maio de 2009
Mensais: Bovespa (Abr/09)
Ibovespa (2009): 25,94%
Ibovespa (12 meses): -30,32%
Ibovespa(topo): -36,03%
Ibovespa:
Maiores altas (2009):
RSID3: 100,22%
GFSA3: 82,29%
CYRE3: 50,42%
BVMF3: 48,89%
CSNA3: 48,74%
Maiores altas (12 meses)
BNCA3: 194,46%
NATU3: 42,07%
TLPP4: 22,01%
UGPA4: 19,84%
TRPL4: 19,43%
Maiores baixas (2009)
VCPA4: -30,62%
GOLL4: -24,07%
TAMM4: -21,01%
KLBN4: -4,83%
CSLC6: -4,15%
Maiores baixas (12 meses):
ARCZ6: -79,57%
VCPA4: -76,47%
GOLL4: -71,46%
TAMM4: -65,44%
USIM3: -61,85%
Amostra de 132 ações:
Maiores altas em 5 anos
TELB4: 1.555,17%
SULT4: 1.065,18%
RCSL4:903,71%
SJUL4: 884,92%
FBMC4: 874,68%
Maiores baixas 5 anos
CAFE4: -89,53%
ESTR4: -78,5%
VPTA4: -67,49%
ARCZ6: -64,66%
VCPA4: -59,75%
Maiores sequências (132 ações)
Alta: BRTP3 E CEPE5: 6 meses
Baixa: Wetzel:4 meses
Datas Importantes e/ou curiosas:
30/04 – 1 ano de Grau de Investimento
13/05 – 52 anos de história da Abnote
15/05 – 50 anos de listagem das Lojas Americanas
22/05 – 11 anos de história da Telemar
26/05 – 5 anos da IPO da Natura.
Topos Históricos mais importantes:
2/05 – ITAU4, BBDC4, ITSA4, CYRE3, GFSA3,
19/05 – VALE3, VALE5, BRAP4, USIM3, USIM5, CSNA3
21/05 – PETR3, PETR4
29/05 - Ibovespa
segunda-feira, 23 de março de 2009
Ciclos Ibovespa (pré-real)
% menor fechamento é a diferença do mês com menor fechamento do ciclo e o mês de início. Qtd meses é a quantidade de meses entre o início e o fim.
terça-feira, 3 de março de 2009
Telebrás
Esse será um perfil diferente do feito para as outras empresas. O mais relevante não são os dados contábeis, de mercado, governança, perspectivas futuras ou outra coisa qualquer. Tem mais caráter histórico.
Muito se usa a Telebrás como um exemplo de Blue Chip que deu errado, de ação que era a mais negociada da Bovespa e hoje é um mico, etc. Isso não é de todo verdadeiro.
Sim, a ação preferencial da Telebrás foi a ação mais negociada entre Set/91 e Set/98, mas foi, na época, era uma empresa muito diferente da que é hoje, compartilhando apenas o nome e o código (TELB, após a reforma dos códigos para quatro letras). A Telebrás de hoje é o que restou da privatização da Telebrás, um esqueleto completamente inútil cuja dissolução já estava prevista quando da privatização. A Telebrás que foi a ação mais negociada era um conglomerado que reunia empresas estatais de telecomunicações. A privatização foi feita com uma cisão da Telebrás em 12 empresas:
Telefonia Fixa e Longa Distância::
Telesp – Comprada pela Telefônica, ainda como Telesp no pregão brasileiro.
Tele Centro Sul – Hoje Brasil Telecom
Tele Norte Leste – Telemar
Embratel – Controlada pela América Móvil.
Telefonia Móvel
Telesp Celular – Hoje, parte da Vivo
Tele Sudeste Celular – Hoje, parte da Vivo. Comprada na privatização.
Telemig Celular – Ainda existe como tal, a Vivo comprou.
Tele Celular Sul – Tim Participações
Tele Nordeste Celular – Tim Participações
Tele Centro Oeste Celular – Hoje, parte da Vivo.
Tele Leste Celular – Hoje, parte da Vivo.
Tele Norte Celular – Holding da Amazônia Celular, pertence à Telemar, ainda de capital aberto.
Os acionistas da antiga Telebrás receberam um recibo de ações que representava as ações dessas 12 empresas. O primeiro recibo (TELEBR 30 e 40, ON e PN respectivamente) incluía as ações da nova Telebrás (o zumbi de hoje) e o segundo (TELEBR 31 e 41) já excluía a atual TELB.
Se fossemos nos referir à Telebrás antiga ação mais líquida, deveria ser uma soma de: Telesp, Brasil Telecom, Telemar, Embratel, Vivo e Tim Participações (Tele Norte Celular está inclusa na Telemar). A soma resulta em um valor de mercado de R$ 82.950.038.000 (02/03/2009) e seria a terceira maior empresa por valor de mercado (a quarta após a fusão Itaú-Unibanco).
A Telebrás de hoje tem como atividade principal, conforme site da Bovespa: “Respondendo pelas obrigações legais e contencioso judicial”.
Há a discussão da reativação da Telebrás para levar a banda larga para regiões do país não atendidas atualmente usando a rede da falida Eletronet, fora outros objetivos como cuidar das comunicações militares. Não pretendo discutir qual é a probabilidade da Telebrás ser reativada. Mas, sou da opinião de que isso não faz sentido. Concordo com a opinião de Ethevaldo Siqueira exposta em um artigo no jornal Estado de São Paulo (disponível no site dele). O benefício de se fazer a “inclusão digital”, como diz o jargão, poderia ser feito a um custo muito menor se o governo pagasse para que uma ou mais operadoras fizessem esse serviço. Atualmente, as operadoras não prestam esse serviço por não ser lucrativo. É menos oneroso ao contribuinte pagar para as operadoras, tornando o projeto economicamente viável, do que fazer isso via uma estatal. Isso acontece porque as operadoras já possuem competências para operar redes de telecomunicações (competência que a Telebrás não tem) e já possui uma estrutura administrativa.
Seria necessário criar uma estrutura administrativa para esse projeto. E essa seria a verdadeira razão para reativar a Telebrás: empregar correligionários (do governo, dos aliados do governo, sabe-se lá de quem mais) em uma empresa estatal, de preferência mais do que seriam necessários, certamente mais pessoas (e de um tipo diferente) do que aconteceria se fosse contratada uma operadora.
O melhor para o contribuinte, o menos oneroso, seria esquecer essa idéia de reativar a Telebrás. Pena que esse nunca é o critério utilizado.
Não é muito relevante, mas algumas informações da atual Telebrás:
Receita Líquida 2008: R$ 0,00 (nunca teve receitas operacionais em sua forma zumbi)
Patrimônio Líquido: R$3.840.000 (era negativo em 2007).
Lucro Líquido 2008: R$- 31.784.000
Valor de Mercado (2/03/2009): R$ 198.112.250
Curiosidade: Entre 1999 e 2005, a Telebrás teve lucro. Apesar de não ter receita operacional, a Telebrás investe em títulos de renda fixa, que vão rendendo jurosm e possui receitas não-operacionais. Passou a ter prejuízos por conta de maiores despesas gerais e administrativas (desligamento de pessoal, perdas com ações judiciais, etc.).
